“ Crédito fácil e falta de planejamento são alguns dos motivos da inadimplência entre consumidores brasileiros”

Essa é a opinião de Antonio De Julio, instrutor financeiro e pessoal do Moneyfit

A inadimplência do consumidor registrou acréscimo de 5,2% em junho na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da Serasa Experian divulgada na segunda-feira (12/07). No primeiro semestre de 2010, em comparação com o mesmo período do ano anterior, o valor médio das dívidas com os bancos teve queda de 0,4%. Os cheques sem fundos, títulos protestados e cartões de crédito e financeiras apresentaram alta de 41,9%, 6,4% e 1,8%, respectivamente.

Segundo Antonio de Julio, instrutor financeiro e pessoal do Moneyfit, um dos principais motivos da inadimplência é a facilidade de crédito. Além disso, ele explica que o brasileiro não está acostumado a tantas "facilidades" de crediário e esquece que temos uma das piores taxas de juros do planeta. “Também podemos citar a falta de planejamento e conhecimento de algumas pessoas em relação a suas próprias finanças e a falta de uma poupança para momentos de dificuldade”, alerta Antonio De Julio.

Para ele, a inadimplência entre os consumidores brasileiros poderá continuar e o que está acontecendo no momento pode ser o início da explosão de uma possível "bolha de crédito” que poderá ser causada pelo acúmulo de dívidas anteriores, principalmente dívidas com prazos maiores como a compra de veículos, que bateu vários recordes consecutivos. “ Os brasileiros compraram esses bens sem calcular as taxas de juros e custos com manutenção, impostos e seguro dos veículos. O número de cheques sem fundos pode ser o primeiro indicador da falta de dinheiro do brasileiro para honrar seus compromissos do dia a dia. Com medo de perder o carro por falta de pagamento, ele não deixa de pagar a prestação e "desconta" em outras coisas”, explica o consultor.

Para lidar com as prestações (cartão de crédito, financiamentos, entre outros) que podem estar em atraso não existem milagres. É preciso cortar gastos e pagar as contas em dia e evitar ao máximo usar os recursos de empréstimos dos bancos, como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. Bancos chegam a cobrar em um mês o equivalente a um ano de rendimentos em aplicações de baixo risco, conclui Antonio De Julio.

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QUEM FAZ O MONEYFIT

Antonio Fernando De Julio é conferencista, palestrante e coach. Criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit®, atua na área de finanças há seis anos. Tem como formação a análise de sistemas e a publicidade, atua como trader independente de ações e opções na Bovespa e como consultor de finanças pessoais, utilizando o método MoneyFit®. Tem interesse nas áreas de finanças pessoais, desenvolvimento pessoal, educação e empreendedorismo.

Andre Massaro é conferencista, palestrante e coach. Criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit®, atua na área de finanças há mais de quinze anos.Administrador com pós-graduação em Economia, já foi executivo financeiro de empresas e instituições financeiras. Atualmente atua como trader independente de derivativos na bolsa de valores e como consultor de finanças pessoais, utilizando o método MoneyFit®. É autor do livro MoneyFit (Editora Matrix).

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