BRASILEIROS DA CLASSE C APOSTAM NO CONSÓRCIO PARA A CONSTRUÇÃO DE PATRIMÔNIO

Novembro de 2017 - As vendas de consórcios bateram em julho o recorde do ano, com 202,5 mil novas adesões e 9% de crescimento, segundo dados da Associação de Administradoras de Consórcios (ABAC). As classes C e D concentram a maior parte dos investidores nesse tipo de financiamento, que em 83% dos casos é utilizado para comprar carros e motos, como aponta a ABAC.

As vendas gerais da BR Consórcios (www.brconsorcios.com.br), empresa com mais de 70 mil clientes ativos em todo o país, alcançaram 20,78%% de aumento no período acumulado de janeiro a setembro de 2017 na comparação com o mesmo período do ano passado. O segmento de automóveis alcançou 16% no período. O consórcio de imóveis aumentou em 28,1% as vendas durante os nove meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2016, como informa Rodolfo Montosa, diretor-geral da BR Consórcios.
O executivo explica que o mercado vem crescendo, pois, a aquisição de cartas de crédito para o consórcio de automóveis, imóveis e motos tornou-se uma forma segura para a construção de patrimônio dos brasileiros, já que muitos deles ainda não adquiriram o hábito de poupar mensalmente. Ao mesmo tempo, alerta que é preciso entender sobre como funciona e cuidados na hora de escolher uma empresa.

Montosa lembra que o consórcio é uma associação de dois ou mais indivíduos com o objetivo de participar de uma atividade de partilha de recursos para atingir um objetivo comum. “Funciona como um sistema de compra parcelada e programada de um bem onde um grupo de participantes organizado por uma empresa administradora rateiam o valor do bem desejado pelo número de meses de parcelamento por meio de autofinanciamento”, justifica. “O primeiro passo para comprar uma cota de consórcio é procurar uma empresa autorizada e fiscalizada pelo Banco Central, pois, o sistema de consórcio conta com legislação específica”, completa o executivo.

Além disso, diz Montosa, o consórcio é mais acessível ao bolso do brasileiro, pelo fato de não ter juros, apenas o pagamento de uma taxa. É composto de taxa de administração (custo operacional para a administradora administrar os grupos, formação de assembleias e entrega de bens), fundo de reserva (utilizado para suprir a inadimplência do grupo) e o seguro de vida (que cobra morte ou invalidez permanente do consorciado). “Hoje trabalhamos com o prazo máximo de 200 meses para imóveis, 84 meses para automóveis, 60 meses para motocicletas e 100 meses para caminhões. Esses tipos de consórcios possuem vários grupos com características diferentes para atender a necessidade de cada pessoa”, argumenta. (Matéria desenvolvida por Anna Karina Spedanieri).

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