VENDA DE CONSÓRCIOS CRESCE 16% EM LONDRINA


Novembro de 2017 – Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), em agosto o país registrou 216,5 mil adesões no sistema de consórcios, sustentando o ritmo de crescimento registrado nos sete meses anteriores. O acumulado dos oito primeiros meses atingiu 1,520 milhão de unidades, com 7,1% de alta sobre as 1,419 milhão registradas no mesmo período em 2016. De janeiro a julho, as classes C e D concentraram a maior parte dos investidores nesse tipo de financiamento, que em 83% dos casos é utilizado para comprar carros e motos, como aponta a ABAC.
 
Exemplo dessa tendência de crescimento também acontece em Londrina (PR), praça de atuação do Consórcio União (www.consorciouniao.com.br), empresa associada à BR Consórcios, que obteve aumento de 16% nas vendas gerais de janeiro a setembro de 2017 na comparação com o mesmo período do ano passado. O destaque ficou para as vendas de motos, que cresceram 8%.

Segundo Rafael Carraro, gerente regional do Consórcio União, o mercado vem crescendo, pois, a aquisição de cartas de crédito para o consórcio de automóveis, imóveis e motos tornou-se uma forma segura para a construção de patrimônio dos brasileiros, já que muitos deles ainda não adquiriram o hábito de poupar mensalmente. Ao mesmo tempo, alerta que é preciso entender sobre como funciona e cuidados na hora de escolher uma empresa.
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Carraro lembra que o consórcio é uma associação de dois ou mais indivíduos com o objetivo de participar de uma atividade de partilha de recursos para atingir um objetivo comum. “Funciona como um sistema de compra parcelada e programada de um bem onde um grupo de participantes organizado por uma empresa administradora rateiam o valor do bem desejado pelo número de meses de parcelamento por meio de autofinanciamento”, justifica. “O primeiro passo para comprar uma cota de consórcio é procurar uma empresa autorizada e fiscalizada pelo Banco Central, pois, o sistema de consórcio conta com legislação específica”, completa o executivo.

Além disso, diz Carraro, o consórcio é mais acessível ao bolso do brasileiro, pelo fato de não ter juros, apenas o pagamento de uma taxa. É composto de taxa de administração (custo operacional para a administradora administrar os grupos, formação de assembleias e entrega de bens), fundo de reserva (utilizado para suprir a inadimplência do grupo) e o seguro de vida (que cobre morte ou invalidez permanente do consorciado). “Hoje trabalhamos com o prazo máximo de 200 meses para imóveis, 84 meses para automóveis, 60 meses para motocicletas e 100 meses para caminhões. Esses tipos de consórcios possuem vários grupos com características diferentes para atender a necessidade de cada pessoa”, argumenta.
 
O Consórcio União, registrou aumento das vendas gerais de consórcios em 5% na comparação com o mesmo período de 2016. O destaque ficou para a categoria de automóveis, que cresceu 20% no mesmo período.(Matéria desenvolvida por Anna Karina Spedanieri).

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