5 SINAIS QUE APONTAM QUE VOCÊ PRECISA DE AJUDA COM AS FINANÇAS


SETEMBRO DE 2019 - O nível de endividamento entre os consumidores adimplentes, ou seja, que não estão com o ‘nome sujo’, saltou de 76% para 80%, na comparação entre o 1º semestre de 2018 e o 1º semestre de 2019, segundo pesquisa nacional realizada pela Boa Vista. Na opinião da educadora financeira Carol Stange, é preciso saber identificar quando as finanças de cada pessoa possam estar caminhando para o “colapso”, fazendo com que o indivíduo não tenha controle dos seu próprio orçamento.

A seguir, Carol separou os 5 principais sinais que confirmam se você está seguindo o caminho para o endividamento:

Caso você se identifique com a maioria dos sinais, é preciso procurar ajuda de especialistas em finanças para a mudanças de hábitos e para o desenvolvimento estratégicas financeiras que realmente farão a diferença. É preciso unir o lado comportamental com o lado matemático. “É como se fossem duas pernas: não se consegue andar com apenas uma saudável” finaliza Carol Stange.

SINAL 1 - É um mito achar que, se não há dívidas, está tudo bem. Os imprevistos fazem parte da vida, e a inadimplência será certa se não houver sobra de caixa para passar por situações que fogem ao nosso controle. Quando você gasta todo o seu salário, está na hora de rever as despesas. Se já foi feito o mapeamento das despesas e não há como cortar gastos, está na hora de colocar em prática o plano B, ou seja, pensar em um projeto de renda extra ou ainda, estudar para valer aquela ideia de empreendedorismo;

SINAL 2 – Você está pensando no seu “velhinho de amanhã”? Em caso de resposta negativa, está na hora de priorizar esse assunto, pois, uma das coisas mais tristes é perder a dignidade na velhice. Pense em pelo menos 15% da sua renda sendo destinada para investimentos de longo prazo.

SINAL 3 – Problemas no cartão de crédito. Essas são as piores dívidas que você pode ter! Os juros chegam a 400% ao ano. O valor de R$5 mil reais pode se transformar rapidamente em um valor de um carro popular. Lembre-se: cortar o cartão de crédito e jogá-lo fora não é liberdade como algumas pessoas gostam de afirmar. Liberdade é saber usar essa forma de crédito a seu favor;

SINAL 4
– Você foge do seu extrato bancário? “Pois isso é como andar por um quarto escuro podendo tropeçar a qualquer momento” afirma Carol Stange. Ignorar sua conta bancária é a mesma coisa do que acrescentar pingos de água em um balde que está quase transbordando. Fugir não adianta. É preciso enfrentar a situação de frente e fazer planos de ação. Acompanhamentos semanais e definição de metas são um bom começo.

SINAL 5
– Você sofre de “achismo”. Você acha que gasta “x”, você acha que gasta “y”. Só será possível desenvolver um bom plano de ação se você souber exatamente para onde vai seu dinheiro. Anotar pode ser chato, mas é o primeiro passo para todos os outros seguintes.


Ao longo dos seus 15 anos de experiência na orientação de amigos e clientes sobre finanças pessoais e desenvolvimento de pequenos negócios, Carol Stange já prestou auxílio, consultoria e cursos (presencial e online) para em torno de 1,5 mil pessoas. É criadora da marca “Como enriquecer seu Filho”, na produção de conteúdos voltado para jovens e crianças, que podem ser utilizados nas escolas, e também pelos pais que desejam educar seus filhos com conceitos básicos de educação financeira.

Carol Stange também é a principal parceira estratégica do programa de educação financeira “The Money Camp Brasil”, que surgiu nos Estados Unidos em 2002, voltado para o ensinamento de jovens, crianças e adultos. No Brasil desde 2007, a “The Money Camp” desenvolveu um programa, específico para ser aplicado nas escolas, que já conquistou resultados positivos na vida não só das crianças e jovens que participaram como alunos do programa, como também dos docentes que atuaram do processo.

É certificada internacionalmente como coach financeira pelo ICF (Instituto Coach Financeiro) com Especialização em Planejamento Financeiro Pessoal pela GFAI (Academia de Planejamentos Financeiros). É formada em administração de empresas pela PUC – PR, cursou MBA em Gestão Empresarial pela UEL/MEB e MBA em marketing pela PUC -SP.

No início de sua carreira, foi administradora de empresas com forte atuação na gestão de empresas familiares, o que lhe rendeu preciosos aprendizados sobre a simbiose entre finanças pessoais e empresariais, especialmente para esse nicho. Ex-Bancária, geriu equipes e filiais financeiras por quase uma década, em diversas partes do país, atividade que proporcionou amplo conhecimento sobre como atuar em diferentes culturas regionais e cenários socioeconômicos.

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